No nosso país há crimes patrimoniais como a burla e o roubo que são despenalizados.
Questiono o que esperar daqueles que estão sempre prontos para levar o país a saque? Vão ao tribunal dizer ao juíz que não podiam restituir porque a vítima estava de férias, ou que a vítima se recusou a dialogar!
Num país de brandos costumes, receio que a restituição dos bens com que se apropriou o pretenso criminoso arrisca-se a ser também uma pretensão.
E se esta é uma conquista de Direito, que Estado de Direito é este?
Recordo que Berlusconi em tempos conseguiu aprovar leis que o protegiam dos magistrados.
Não estou a sugerir nenhuma comparação com outros governantes latinos.
17 de agosto de 2010
22 de julho de 2010
Tudo passa, tudo igual
Em tudo o que leio, vejo e ouço dito sobre o nosso belo país, parece iminente uma revolução. Como não há meios, nem a fome é tão grande quanto o poderíamos pensar, porque ainda não chegou às fartas mesas dos corruptos que defendem o povo em público e vão para casa comer o que lhe roubam enquanto mandatados, nem pensem que temos revolução tão depressa.
Antes que me acusem de canhoto: revolução agora seria aparecer alguém, ou um grupo de uns quantos alguns, que tenham verdadeiro egoísmo patriótico - dar a volta ao nosso país, ser messias e corajosos.
O tempo passa, e perdemos a corrida. A locomotiva, ainda que sem fôlego, escapa cada vez mais da carruagem da taberna em que Portugal se atasca.
Antes que me acusem de canhoto: revolução agora seria aparecer alguém, ou um grupo de uns quantos alguns, que tenham verdadeiro egoísmo patriótico - dar a volta ao nosso país, ser messias e corajosos.
O tempo passa, e perdemos a corrida. A locomotiva, ainda que sem fôlego, escapa cada vez mais da carruagem da taberna em que Portugal se atasca.
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